terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dona Selma é coruja! Ops... Dona Selma e a coruja! rs.

Essas corujas!!!
Faça chuva ou sol, elas estão sempre ali, cuidando do ninho e das crias. Esta foto foi feita hoje, numa trégua da chuva.
Disseram que a comparação “mãe coruja” vem do fato de que seus filhotes são feiozinhos, mas mesmo assim ela os ama e paparica.
Nada disso! As corujas são lindas, e seus filhotes maravilhosos... mesmo sujinhos quando saem do ninho/buraco em época de chuva. Logo pego um flagrante da prole toda suja de barro.
Daí vem a comparação. Dona Selma, bisavó de três corujinhas maravilhosas, que, com ela, estrelam essa animação.
Mais difícil que fazer o vídeo foi escolher as fotos, umas mais lindas que as outras.

Dona Selma e seus bisnetos

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Basta, Berlusconi!

Nunca pensei que a queda desse ditador fosse como um presente de aniversário para alguém. Mas foi. Clara, minha amiga italiana fez aniversário na última semana e, de regalo, ganhou o pedido de demissão do homem que marcou a Itália nas últimas duas décadas.
Felizmente a crise sempre tem um aspecto positivo não só para um indivíduo mas também para uma nação. Tantos crimes e excessos não foram suficientes para derrubar Berlusconi, mas a crise econômica europeia sim.
Incrível como um ditador consegue permanecer no poder por tanto tempo sem que haja algum mecanismo capaz de impedir. Isso envergonha qualquer país cujo povo escolheu a democracia como forma de poder.
Certamente a Itália não será a mesma depois de Silvio, será melhor.
Aí está outro fator positivo que a História nos ajuda a enxergar: a interpretação dos fatos. Quem viveu sob o poder de Pinochet, Saddam Husseim, Hugo Chavez, Berlusconi e outros tantos, sabe muito bem o que não quer.
Em breve Silvio Berlusconi será um nome do passado. Em seu lugar tantos nomes até então anônimos serão conhecidos pelo mundo todo, e que darão orgulho aos italianos.
Então um brinde à Clara e à Vida Nova na Itália!

domingo, 13 de novembro de 2011

Doçura do cerrado


A gabiroba, guabiroba ou guavira é o fruto produzido pela gabirobeira, um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do cerrado brasileiro.
É um fruto arredondado, de coloração verde, com polpa suculenta e doce. Ela pode ser consumida ao natural ou na forma de sucos, doces e sorvetes e ainda serve para fazer um apreciado licor.
No Campo Alegre ela demorou muito tempo para produzir, mas valeu a pena a espera.
Esse é um dos sabores que me faz lembrar da infância quando morei por um período no Estado de Minas Gerais, região de Iturama.
Ali por muitas vezes íamos a pé para a cidade. E com sorte, para compensar o cansaço, encontrávamos uma moita de gabiroba. Era uma festa!


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

S.O.S., Arlete!

Lembram-se da Arlete?
Pois é, depois daquele texto que escrevi já se passaram inúmeras histórias envolvendo essa figura.
A última foi hoje mesmo um pouco mais cedo.
Chegando na casa da minha mãe para o café da manhã diário, observei que a Arlete saia da casa da vizinha. Flagrante de furto? (rs) Não! A dona da casa tinha esquecido uma panela no fogo.
Foi só ligar para a Arlete, que tem a chave da casa para emergências, e pronto: fogo desligado, incêndio evitado e vizinha trabalhando tranquila.
E a Arlete? Continua a mesma, surgindo de onde menos se espera para ajudar a resolver os problemas.
Quem quiser conhecê-la melhor, basta ler o texto que está na aba “causos” deste blog.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sabores e aromas

Acabei de criar uma nova aba: SABORES E AROMAS.
Sempre estamos ao redor da mesa ou diante do fogão.
A comida, com seus aromas e sabores, sempre é motivo para reunir as pessoas. Como todas as artes, ela revela um pouco do seu criador. Cada chef tem seu jeito, sua preferência. Parece que uma coisa a maioria tem em comum: cozinhar só tem sentido se for uma forma de servir, agradar, provocar sensações das mais diferentes possíveis. Quem cozinha, oferece um pouco de si junto com a comida.
Ainda me lembro de muitos pratos feitos pela minha mãe quando eu era ainda bem criança. A forma, o cheiro, as cores, o gosto. Basta fechar os olhos quando tenho contato com aqueles sabores familiares para que a memória seja ativada e comece longas viagens.
Não quero apenas divulgar receitas, mas partilhar encontros e revelar amigos que são verdadeiros artistas da cozinha. Quero postar imagens de pratos feitos com dedicação e criatividade.
Para inaugurar escolhi a famosa quenga, que desta vez foi feita pela chef Andréia.
Aproveitem!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Uma palmeira berçário...

No Campo Alegre é assim, mesmo aquilo que parece não dar mais vida, surpreende. Essa palmeira, aparentemente acabada, que já acolheu ninho de maritacas, agora está habitada por uma nova família... O caseiro contou 5 aves “desaparecendo” dentro do oco que se formou... Mas acho bom elas cuidarem bem dos ninhos, porque esses tucanos não têm bicos longos apenas por serem bonitos. E quem souber o nome da ave, pode ajudar esse blogueiro. O caseiro diz que são marrecos. Acho que o André pode ajudar nessa tarefa. 




Só prá completar: tem gente muito parecida com essa palmeira, pois mesmo aparentemente acabada sabe acolher e abrigar.